segunda-feira, 5 de junho de 2017


Meus Prezados,

Creio que, com essas informações do Ministério da Integração, a ficha dos paraibanos irá começar a cair! O recado foi claro: não está havendo problemas com a vazão dos bombeamentos da transposição no Eixo Leste do projeto; não há problemas no fornecimento de energia para o funcionamento das bombas; a vazão de retirada, no Eixo Leste, é de 9 m³/s, conforme o previsto; os paraibanos haviam sido informados de que, no percurso até Boqueirão, haveria perdas nas infiltrações, evaporação, entre outras; a vazão de 5-6 m³/s  que está chegando em Boqueirão é o resultado dessas perdas inevitáveis de percurso. Nesse sentido, é importante se fazer nova previsão de término do racionamento em Campina Grande, dessa feita contando com a realidade da vazão que chega a Boqueirão. É, igualmente importante, a utilização dessa águas com muita parcimônia! Circulei a informação em rede e encaminhei para edição no

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL EMITE NOTA SOBRE VAZÃO DO SÃO FRANCISCO NA PARAÍBA



  O Ministério da Integração Nacional  emitiu uma nota sobre a vazão do São Francisco na Paraíba.
Veja a nota na íntegra:

 1-    A nota enviada ontem (25), em momento algum, afirmava que “o problema na vazão da transposição é decorrente da ‘fase de testes’ do sistema e de ‘ajustes elétricos necessários’ nas bombas”. Essa informação está incorreta.

2-    Não há hoje qualquer problema na vazão liberada pelo Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A sexta estação de bombeamento desse eixo (EBV-6) está operando com as duas motobombas instaladas, que juntas possuem 9m³/s de capacidade. Como referência, uma vazão de 4,5 m³/s – capacidade de cada motobomba – é o volume necessário para atender uma população de aproximadamente 2 milhões de pessoas.

3-    É importante considerar que a água do Rio São Francisco ao sair da EBV-6 percorre um caminho de mais de 100 km, entre as cidades paraibanas de Monteiro e Boqueirão. Nesse trajeto, é natural que a água não chegue ao reservatório Epitácio Pessoa (Boqueirão) com a mesma vazão. Isso foi dito ontem ao Portal Correio.

4- O que também informamos é que Eixo Leste está em funcionamento desde março deste ano. E que nesta etapa inicial, é comum que as motobombas instaladas nas Estações Elevatórias possam apresentar, em algum momento, a necessidade de ajuste elétrico, o que não está ocorrendo atualmente. Esse é um procedimento habitual, já previsto, na fase em que são testadas as estruturas e equipamentos, podendo inclusive acarretar possíveis interrupções.

5- O Governo Federal cumpriu a sua meta, que é a de disponibilizar a água do Velho Chico aos principais portais de entrega de Pernambuco e da Paraíba. O tratamento e distribuição até a torneira da população é de responsabilidade  dos governos estaduais.

6- O Eixo Leste do Projeto São Francisco já beneficia municípios que estavam em colapso hídrico: de Sertânia, em Pernambuco, e as cidades paraibanas de Monteiro, Campina Grande, Barra de Santana, Caturité, Queimadas, Pocinhos, Lagoa Seca, Matinhas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Alagoa Nova, Boqueirão, Boa Vista, Soledade, Juazeirinho, Cubati, Pedra Lavrada, Olivedos, Seridó e Cabaceiras.

7- Desde que a água do São Francisco chegou ao Boqueirão, o nível do volume morto do açude subiu de 2,9% para 5,1%, tendo ultrapassado a marca de 20 milhões de litros, quase 10 milhões a mais do que o menor volume, registrado em meados de abril. A expectativa é que, por isso, o racionamento acabe na região de Campina Grande em até 90 dias, de acordo com informações do governo estadual.

8- Destaca-se ainda que, nesta etapa, o Governo Federal tem arcado financeiramente com o sistema do Eixo Leste. Neste momento, não houve qualquer cobrança de tarifa aos estados da Paraíba e Pernambuco.

Diante do exposto acima, o Ministério da Integração Nacional reafirma seu compromisso com a verdade. E espera contribuir para trazer aos leitores do Paraíba.com as informações necessárias para entender todo o esforço que o Governo Federal está promovendo para minimizar os efeitos da seca que os milhões de brasileiros têm enfrentado.

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