sábado, 12 de dezembro de 2020

 

Situação dos Principais Reservatórios do Brasil – 11/12/20202

Yahoo/Entrada

Joao Suassuna <joao.suassuna@fundaj.gov.br>

Para:Fundaj Todos,pesquisa-todos@fundaj.gov.br

Cc:Morvan de Mello Moreira,Carolina Beltrão de Medeiros,Marcelo Cauas Asfora

Cco:alipiocfilho@yahoo.com.br

sex., 11 de dez. às 09:04

Meus Prezados,

O período chuvoso nas regiões SUL/SUDESTE é compreendido entre os meses de novembro e abril de cada ano. Estamos no mês de dezembro e, portanto, os principais reservatórios estão em fase de recuperação de seus volumes armazenados. As represas da região Sudeste, por exemplo, as mais importantes em termos de geração de energia do país, por acumularem cerca de 70% dos volumes nacionais, registram percentual volumétrico de 16,46% (na semana anterior era de 16,48%).  Em maio do corrente ano, a Aneel anunciou que não haveria cobrança extra nas tarifas de energia, em 2020, em razão da pandemia, e a tarifa do usuário seria cobrada na modalidade “bandeira verde”. Mas a decisão precisou ser revogada alegando-se os baixos níveis dos reservatórios, em cuja situação serão cobrados R$ 6,24 a mais nas tarifas, a cada 100 kWh consumidos. É imperiosa, portanto, nesse período de incertezas, a realização de campanhas de economia de água e de energia, pela população, com vistas à utilização da energia pelo usuário, no atual período chuvoso, sem maiores percalços. Elas são sempre oportunas e bem vindas!

Circulei a informação nas redes sociais e a enviei para edição no Observa Fundaj

http://www.suassuna.net.br/2020/12/situacao-dos-principais-reservatorios_11.html 

Abraço

João Suassuna

Pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco

Situação dos Principais Reservatórios do Brasil – 11/12/2020 

Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS 

Período chuvoso 


Hidrelétrica de Xingó, no Rio São Francisco – Imagem do Google 

Informação em 09/12/2020 

Regiões SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual  16,46%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Rio Grande (26,29 da região)

Furnas (17,21% do subsistema)

14,57%

Mascarenhas de Moraes (2,13% do subsistema)

26,98%

Água Vermelha (2,13% do subsistema)

4,19%

Marimbondo (2,63% do subsistema)

4,85%

Paraíba do Sul (3,64% da região)

Paraibuna (2,21% do subsistema)

19,37%

Rio Paraná (1,81% da região)

Ilha Solteira (1,82% do subsistema)

50,04%

Rio Paranaíba (38,42% da região)

São Simão (2,46% do subsistema)

3,64%

Serra do Facão (3,22% do subsistema)

13,58%

Batalha (1,35% do subsistema)

25,03%

Nova Ponte (11,13% do subsistema)

12,06%

Itumbiara (7,68% do subsistema)

4,51%

Emborcação (10,72% do subsistema)

8,46%

Rio Paranapanema (5,81% da região)

Capivara (1,91% do subsistema)

7,08%

Chavantes (1,66% do subsistema)

15,59%

Jurumirim (2,02% do subsistema)

14,03%

São Francisco (1,30 da região)

Três Marias (1,15% do subsistema)

48,93%

Tietê (4,74% da região)

Billings (1,18% do subsistema)

58,64%

B. Bonita (1,33% do subsistema)

48,52%

Três Irmãos (1,14% do subsistema)

51,97%

Tocantins (17,15% da região)

Serra da Mesa (17,09% do subsistema)

22,58%

 

Região SUL (situação atual  21,93%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Capivari (1,89 da região)

G.P. Souza (1,89 do subsistema)

14,29%

Rio Iguaçu (51,21% da região)

Salto Santiago (17,10% do subsistema)

25,50%

Segredo (2,28% do subsistema)

17,86%

Santa Clara (1,90% do subsistema)

48,62%

G.B.Munhoz (29,83% do subsistema)

13,13%

Rio Jacuí (15,70% da região)

Ernestina (1,04% do subsistema)

66,95%

Passo Real (14,66% do subsistema)

41,53%

Paranapanema (1,31% da região)

Mauá (1,31% do subsistema)

16,73%

Rio Uruguai (29,89% da região)

Passo Fundo (8,67% do subsistema)

38,88%

Machadinho (4,48% do subsistema)

18,06%

Barra Grande (15,03% do subsistema)

5,57%

Campos Novos (1,15% do subsistema)

36,00%

 

Região NORDESTE (situação atual  50,58%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Jequitinhonha (1,95% da região)

Irape (1,95% do subsistema)

37,59%

Rio São Francisco (96,90% da região)

Itaparica (6,62% do subsistema)

58,81%

Sobradinho (58,23% do subsistema)

52,35%

Três Marias (31,03% do subsistema)

48,93%

 

Região NORTE (situação atual  26,58%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Amazonas (5,30% da região)

Balbina (5,12% do subsistema)

11,53%

Rio Tocantins (94,70% da região)

Tucurui (50,69% do subsistema)

23,15%

Serra da Mesa (43,06% do subsistema)

22,58%

 

Região

Capacidade Máxima de Armazenamento    

% Armazenamento

SUDESTE / CENTRO-OESTE

203.285

69,92

SUL

20.581

7,08

NORDESTE

51.831

17,83

NORTE

15.046

5,17

TOTAL

290.743

100,00

OBS – Reservatórios com percentuais iguais ou superiores a 100% significa dizer que estão sangrando.

- A cor vermelha significa dizer que o reservatório encontra-se com menos da metade de sua capacidade armazenada.

 

Informação em 05/12/2020

Regiões SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual  16,48%)

Região SUL (situação atual  18,90%)

Região NORDESTE (situação atual  51,65%)

Região NORTE (situação atual  27,45%)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Tecnologias de Convivência com as secas: A produção de milho no SEALBA (área agrícola envolvendo os estados nordestinos de Sergipe, Alagoas e Bahia)

Assista ao vídeo da matéria, no endereço abaixo

https://www.facebook.com/joao.suassuna.7/videos/3045158695586190

28/11/2020

Imagem do Google

COMENTÁRIOS

João Suassuna - Pesquisador da Fundação Joaquim  Nabuco

É preciso um pouco de cautela na produção de cultivares de subsistência (milho e feijão), em regime de sequeiro, na região semiárida do país.

Alguns aspectos precisam ser observados nesse vídeo:

Segundo foi nele informado, a precipitação média anual do SEALBA é de cerca de 450 mm, volume de chuvas que caracteriza a região como inserida em uma das áreas mais secas do Nordeste e, com um agravante: com uma marcante irregularidade na caída das chuvas. Elas ocorrem de forma lotérica. São poucas e mal distribuídas. Essa característica climática exige uma atenção maior, entre os produtores rurais, principalmente no tocante à implantação de sistemas agrícolas em regime de sequeiro (dependentes de chuvas), que garanta a sobrevivência das pessoas e a fixação das famílias no campo. Culturas de subsistência precisam de água em quantidades suficientes e na hora certa para se desenvolver. No caso em questão, os sucessos na produção de grãos tornam-se uma verdadeira loteria. A seca verde costuma prevalecer. Ambientes com esse tipo de característica climática requerem tratamento especial de cultivo, exigindo que seja realizado em propriedades que possuam fontes hídricas capazes de suprir as necessidades hídricas das culturas, nas chamadas irrigações de salvação. Afora isso, é importante a orientação, ao agricultor, na implantação de tecnologias de convivência com as secas (a pecuária de pequenos ruminantes é uma delas), que garantam o sucesso de seu trabalho no campo e a garantia do sustento de sua família. Essas tecnologias existem, já foram testadas experimentalmente e, inclusive, com resultados exitosos no campo. De resto, é começar o incentivo dessas práticas agrícolas de convivência, e a sua difusão em larga escala, principalmente em regiões com características climáticas semelhantes.

Sobre o assunto

Fruticultura de Sequeiro se destaca como uma das atividades sustentáveis do Semiárido baiano

http://www.sdr.ba.gov.br/node/5896  

Meus Prezados,

É preciso um pouco de cautela na produção de cultivares de subsistência (milho e feijão), em regime de sequeiro, na região semiárida do país.

Alguns aspectos precisam ser observados nesse vídeo:

Segundo foi nele informado, a precipitação média anual do SEALBA é de cerca de 450 mm, volume de chuvas que caracteriza a região como inserida em uma das áreas mais secas do Nordeste e, com um agravante: com uma marcante irregularidade na caída das chuvas. Elas ocorrem de forma lotérica. São poucas e mal distribuídas. Essa característica climática exige uma atenção maior, entre os produtores rurais, principalmente no tocante à implantação de sistemas agrícolas em regime de sequeiro (dependentes de chuvas), que garanta a sobrevivência das pessoas e a fixação das famílias no campo. Culturas de subsistência precisam de água em quantidades suficientes e na hora certa para se desenvolver. No caso em questão, os sucessos na produção de grãos tornam-se uma verdadeira loteria. A seca verde costuma prevalecer. Ambientes com esse tipo de característica climática requerem tratamento especial de cultivo, exigindo que seja realizado em propriedades que possuam fontes hídricas capazes de suprir as necessidades hídricas das culturas, nas chamadas irrigações de salvação. Afora isso, é importante a orientação, ao agricultor, na implantação de tecnologias de convivência com as secas (a pecuária de pequenos ruminantes é uma delas), que garantam o sucesso de seu trabalho no campo e a garantia do sustento de sua família. Essas tecnologias existem, já foram testadas experimentalmente e, inclusive, com resultados exitosos no campo. De resto, é começar o incentivo dessas práticas agrícolas de convivência, e a sua difusão em larga escala, principalmente em regiões com características climáticas semelhantes.

 Circulei a informação em rede e a encaminhei para edição no 

http://www.suassuna.net.br/2020/11/a-producao-de-milho-no-sealba.html 

Abraço

João Suassuna    

domingo, 13 de setembro de 2020

ESTUDO SOBRE ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE

Ecologia é a parte da Biologia que estuda as relações dos seres vivos entre si e destes com o meio. O termo, que foi usado pela primeira vez em 1866 por Ernest Haeckel, vem da junção de duas palavras gregas: Oikos, que significa casa, e logos, que quer dizer estudo. Assim sendo, ecologia significa o “estudo da casa” ou o “estudo do habitat dos seres vivos”.

Ciência ampla e complexa, a Ecologia preocupa-se com o entendimento do funcionamento de toda a natureza. Assim como vários outros campos de estudo da Biologia, ela não é uma ciência isolada. Para entendê-la, é necessário, por exemplo, conhecer um pouco de EvoluçãoGenética, Biologia Molecular, Fisiologia e Anatomia.

 Subdivisões da Ecologia

De uma maneira geral, a Ecologia pode ser subdividida em dois tipos: a autoecologia e a sinecologia. Na autoecologia, o estudo volta-se para uma determinada espécie ou indivíduo, analisando-se, principalmente, seu comportamento e os mecanismos adaptativos que garantem a sua sobrevivência em determinado meio. Já a sinecologia faz uma análise mais ampla, analisando grupos de organismos que interagem entre si e com o meio. Fica claro, portanto, que a autoecologia e a sinecologia detêm-se sobre diferentes níveis de organização.

 Níveis de organização em Ecologia

O estudo de Ecologia baseia-se em quatro níveis principais de organização, que obedecem a um arranjo hierárquico que agrupa sistemas mais simples até os mais complexos. Veja os níveis estudados em Ecologia:

 Populaçãoconjunto de organismos de uma mesma espécie que vivem juntos em uma determinada área e apresentam maiores chances de reproduzir-se entre si do que com outros indivíduos de outras populações.

 Comunidadesconjunto de populações de uma determinada região.

 Ecossistema: conjunto formado pela comunidade e os fatores abióticos.

 Biosfera: nível mais amplo e autossuficiente que corresponde a todos os seres vivos do planeta, abarcando as relações deles entre si e com o meio ambiente.

Independente do nível de organização estudado, compreender o meio em que o organismo vive é essencial no estudo da ecologia. Assim sendo, ao escolher uma espécie para análise, os ecólogos preocupam-se em conhecer seu habitat e seu nicho ecológico, ou seja, o local onde a espécie vive e seu papel naquela comunidade.

Outro ponto importante da Ecologia e que envolve todos os níveis de organização é a compreensão das relações existentes entre os seres vivos. As relações ecológicas demonstram como as diferentes espécies interagem e como os indivíduos de uma população comportam-se.

Mapa Mental: Ecologia

Para baixar o mapa mental em PDF, clique aqui!

 Por que é importante estudar Ecologia?

Ao estudar a Ecologia, os ecólogos conseguem visualizar de maneira clara como as espécies interagem entre si e conseguem coexistir em determinado ambiente, além de conseguir informações para a compreensão dos motivos que levam uma espécie a viver em uma área e a ausentar-se de outros locais. Também é possível compreender como uma espécie é capaz de influenciar uma determinada comunidade e os impactos gerados por ela. Por meio dessas análises, é possível fazer previsões a respeito do futuro de determinadas espécies e as consequências das mudanças nos padrões de uma comunidade.

É importante destacar também que a Ecologia é fundamental para a compreensão do futuro do planeta. A partir do momento que entendemos as espécies e suas necessidades, conseguimos analisar claramente como nossas atividades influenciam o meio. Sendo assim, o entendimento da Ecologia e a conscientização da população podem ajudar a garantir um futuro sustentável para o planeta.

Veja alguns dos principais tópicos estudados em ecologia:

·          

·         Cadeia alimentar

·         Ciclos biogeoquímicos

·         Ecossistema

·         Bioma

·         Habitat e Nicho Ecológico

·         Mudanças climáticas

·         Níveis tróficos

·         Pirâmides ecológicas

·         Poluição

·         Problemas ambientais brasileiros

·         Relações ecológicas interespecíficas e intraespecíficas.

·         Sucessão ecológica

·         Unidade;s de conservação

sábado, 12 de setembro de 2020

 

ESTUDO SOBRE ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE

 

Ecologia é a parte da Biologia que estuda as relações dos seres vivos entre si e destes com o meio. O termo, que foi usado pela primeira vez em 1866 por Ernest Haeckel, vem da junção de duas palavras gregas: Oikos, que significa casa, e logos, que quer dizer estudo. Assim sendo, ecologia significa o “estudo da casa” ou o “estudo do habitat dos seres vivos”.

Ciência ampla e complexa, a Ecologia preocupa-se com o entendimento do funcionamento de toda a natureza. Assim como vários outros campos de estudo da Biologia, ela não é uma ciência isolada. Para entendê-la, é necessário, por exemplo, conhecer um pouco de EvoluçãoGenética, Biologia Molecular, Fisiologia e Anatomia.

 

 Subdivisões da Ecologia

De uma maneira geral, a Ecologia pode ser subdividida em dois tipos: a autoecologia e a sinecologia. Na autoecologia, o estudo volta-se para uma determinada espécie ou indivíduo, analisando-se, principalmente, seu comportamento e os mecanismos adaptativos que garantem a sua sobrevivência em determinado meio. Já a sinecologia faz uma análise mais ampla, analisando grupos de organismos que interagem entre si e com o meio. Fica claro, portanto, que a autoecologia e a sinecologia detêm-se sobre diferentes níveis de organização.

 

 Níveis de organização em Ecologia

O estudo de Ecologia baseia-se em quatro níveis principais de organização, que obedecem a um arranjo hierárquico que agrupa sistemas mais simples até os mais complexos. Veja os níveis estudados em Ecologia:

 

 Populaçãoconjunto de organismos de uma mesma espécie que vivem juntos em uma determinada área e apresentam maiores chances de reproduzir-se entre si do que com outros indivíduos de outras populações.

 

 Comunidadesconjunto de populações de uma determinada região.

 

 Ecossistema: conjunto formado pela comunidade e os fatores abióticos.

 

 Biosfera: nível mais amplo e autossuficiente que corresponde a todos os seres vivos do planeta, abarcando as relações deles entre si e com o meio ambiente.

Independente do nível de organização estudado, compreender o meio em que o organismo vive é essencial no estudo da ecologia. Assim sendo, ao escolher uma espécie para análise, os ecólogos preocupam-se em conhecer seu habitat e seu nicho ecológico, ou seja, o local onde a espécie vive e seu papel naquela comunidade.

Outro ponto importante da Ecologia e que envolve todos os níveis de organização é a compreensão das relações existentes entre os seres vivos. As relações ecológicas demonstram como as diferentes espécies interagem e como os indivíduos de uma população comportam-se.

 

Mapa Mental: Ecologia

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

 

Chesf aumenta vazão da Hidrelétrica de Xingó para controle da turbidez da água a partir deste domingo

Vazão passa de 1.100 metros cúbicos por segundo para 1.300.

https://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2020/04/05/chesf-aumenta-vazao-na-hidreletrica-de-xingo-para-controle-da-turbidez-da-agua-a-partir-deste-domingo.ghtml

G1- SE

05/04/2020

Usina Hidrelétrica de Xingó — Foto: Chesf/Divulgação/Arquivo

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) informou que aumentou a vazão da Usina Hidrelétrica de Xingó, entre os estados de Sergipe e Alagoas, de 1.100 metros cúbicos por segundo para 1.300, a partir deste domingo (5). O aumento mais recente da vazão foi registrado na última quarta-feira .

Segundo a Chesf, o aumento atende a um pedido da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), que apresentou a necessidade em razão do elevado teor de turbidez das águas do Baixo São Francisco, após as fortes chuvas que caíram na região.

A previsão é que a operação seja mantida até a qualidade da água voltar aos padrões normais de consumo para o abastecimento público.

A companhia alertou ainda, que durante o aumento da vazão é importante não manter a ocupação das áreas ribeirinhas situadas na calha principal do rio.

Sobre o assunto

Chesf eleva vazão da Usina de Xingó para 1300m³/s e alerta “deixar livre a calha do rio”

https://pa4.com.br/noticias/chesf-eleva-vazao-da-usina-de-xingo-para-1300m%C2%B3-s-e-alerta-deixar-livre-calha-do-rio/

 

Volume útil da Barragem de Sobradinho pode passar dos 85% para próximo final de semana

https://www.petrolinaemdestaque.com.br/2020/04/volume-util-da-barragem-de-sobradinho-pode-passar-dos-85-para-proximo-final-de-semana/

Pescadores se animam com aumento das águas do Rio São Francisco

https://www.redegn.com.br/?sessao=noticia&cod_noticia=129632

Drone invade hidroelétrica de Paulo Afonso

https://youtu.be/CKOUO2C7q3s


Aventura Selvagem em Cabaceiras - Paraíba

Rodrigo Castro, fundador da Associação Caatinga, da Asa Branca e da Aliança da Caatinga

Bioma Caatinga

Vale do Catimbau - Pernambuco

Tom da Caatinga

A Caatinga Nordestina

Rio São Francisco - Momento Brasil

O mundo da Caatinga