domingo, 20 de fevereiro de 2011

EPIDEMIOLOGIA COMO SUPORTE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL.


Rogério Godoy Princiotti - Material Didático

Termo Epidemiologia
Entender o real sentido do termo epidemiologia para que essa possa fazer parte de um raciocínio crítico a ser aplicado por aqueles que estão atuando na área de Educação Ambiental.
É uma disciplina estritamente ligada a ciência médica e a saúde pública ou mais modernamente saúde coletiva.
Inserida nas escolas de medicina principalmente no que tange a medicina preventiva, tem feito parte do currículo de graduação em cursos de enfermagem, farmácia, odontologia, biologia, fisioterapia e terapia ocupacional.
Quando se amplia o conhecimento para a saúde coletiva, a necessidade do conhecimento epidemiológico torna-se obrigatório. Mas como discutir saúde da população sem antes entender a saúde individual ou a própria doença.
Exemplos : O que é doença? Ou porquê a população adoece?
A maneira que o homem interage com o meio ambiente para ter uma relação muito direta com o binômio saúde-doença.
Muitos problemas emergem em que o comportamento humano potencializa os agravos a saúde.
Definição de Epidemiologia
O que transparece é que seria o estudo das epidemias, seria correto afirmar que está ciência trabalha também com as epidemias, mas é mais abrangente.
Epidemiologia não investiga apenas o efeito da doença, mas volta-se a busca ou definição dos seus determinantes.
A palavra deriva do grego EPI significa sobre( entende-se algum processo sobre a população}; DEMO correspondente a população afetada por algum processo mórbido.
Seria algum processos que ocorre com a população.
Objetivo principal proporcionar dados essenciais para o planejamento execução e avaliação das ações de prevenção, controle e tratamento das doenças, bem como para estabelecer prioridades.
Para ilustração, imagina-se um suposto agravo Y que afeta a população de um determinado lugar. Para estudar ou quantificar esse problema os dados de ocorrência do agravo são recolhidos, organizados e a partir desses, geram ilustrações como: mapas, tabelas e gráficos, levantam-se ainda informações de natureza qualitativa a partir de visita ao local, observação da paisagem, opinião de lideranças comunitárias, ou dos moradores e informações que foram reunidas e trabalhadas, certamente levará o pesquisador a formulação de alguma hipótese sobre os possíveis fatores determinantes que poderiam ter associação com o agravo.
Para a saúde pública, a epidemiologia passa a ser um instrumento de grande valor.
Epidemiologia como suporte a Educação Ambiental
Antes de voltar a discussão conceitual, julgou-se necessário despender esforços na compreensão da relação ser humano-ambiente.
No segmento do tempo anteriores aos últimos dez mil anos cobrindo uma enorme extensão da evolução do Homo Sapiens, fase denominada pré-agrícola, essa espécie mantinha uma estreita relação com a natureza.
Nessa época os povos obedeciam ao estilho nômade coletor e caçador, com isso o ecossistema mantiveram-se praticamente intactos.
No final desta fase pré agrícola estima que a população da terra teria alcançado os cinco milhões de habitantes. Nessa época há cerca de dez milhões de anos a espécie humana já estaria dispersa por todos os continentes.
Estando os ecossistemas terrestres totalmente povoados, tinha-se o comportamento nômade comprometido, levando as populações a adotar uma nova maneira de relação com o ambiente.
Logo no início da era industrial ocorreu uma grande expansão das cidades. Além desse aspecto, a demografia era caracterizada pelas elevadas taxas de natalidade, como um todo um todo a população da terra crescia em um ritmo lento, em razão da elevada mortalidade, principalmente por agravos profissionais e doenças infecciosas . O desenvolvimento cientifico era precoce e a saúde-doença era debatida a luz da teoria miamática. Não havia consciência de saneamento e as condições de trabalho eram deploráveis.
Somente nos últimos séculos, a melhora da produção de alimentos, os avanços da medicina, desenvolvimento e uso generalizado de vacinas e antibióticos, entre outros progressos, teriam sido fatores que influenciaram no aumento da expectativa de vida das populações humanas. De outro lado cresceu a consciência da importância do saneamento que passou a ser implantado em muitas nações, o que representou um expressivo crescimento populacional.
Na mudança de milênio, a população do planeta teria ultrapassado os seis bilhões de habitantes como fora anteriormente previsto (WH 1991)
O que se assistiu recentemente e de maneira extremamente rápida foi a expansão descomunal de muitas cidades e que tem exercido severa pressão sobre os resíduos de ambientes naturais que ainda subsistem. Tais ecossistemas que podem ser considerados exemplos de auto-sustentabilidade detém biodiversidade que sem mantém pouco perturbada.
A agricultura moderna, altamente produtiva tem avançado para as áreas naturais, ocasionando perda da biodiversidade.
Os terrenos agrícolas totalmente manipulados pelo homem. Funcionaram com elevado gasto energético, além da aplicação como adubos, herbicidas, fungicidas, inseticidas, entre outros.
A degradação do solo, manifestada pela erosão, lixiviação de fertilizantes, salinização e desertificação serve de diagnóstico do declínio rural. A expansão de pragas agrícolas de uso obrigatório de produtos tóxicos para evitar perdas econômicas trazem geralmente como conseqüências contaminação dos trabalhadores, bem como dos produtos que carregarão sempre certa dosagem.
As cidades, sob o ponto de vista ecológico, são ambientes totalmente modelados pela mão humana, sendo obrigatoriamente dependentes de outros ecossistemas.
Além desses aspectos, para a construção e manutenção dos aglomerados urbanos, há necessidade de importação dos mais variados recursos como pedra, areia, cimento, madeira, petróleo, água, energia elétrica, entre outras.
Dada extensão da pavimentação das superfícies, nas horas de insolação, a cidade funciona concentrando as radiações por causa da impermeabilização generalizada, as águas não penetram no solo.
Ruído, poluição do ar pelos veículos com a emissão de enxofre, nitrogênio, material particulado e outros poluentes.
Próximos as cidades crescem o número de aterros sanitários ou lixões a céu aberto, contaminando o lençol freático.
O uso excessivo do solo, provoca degradação, falta de opção de trabalho no campo, pode significar migração para cidade provocando excessivo contingente populacional e crescimento desordenado.
Não há dúvida que essa população das áreas urbanas são hoje cúmplice das perdas de espécies e a destruição de habitats que inviabiliza a existência de numerosos organismos.
A pressão constante sobre os ecossistemas naturais é vista atualmente como risco de propagação de doenças emergentes, cujos agentes podem saltar de seus ciclos enzoóticos passando a circular na população humana.
Pragas urbanas, resultantes do processo de domiciliação, como moscas, mosquitos, formigas, cupins, baratas, escorpiões e ratos são exemplos da resposta biológica as modificações impostas pelo homem ao ambiente.
Assim a evolução ambiental necessita da epidemiologia como base cientifica multidisciplinar para auxiliá-la na interpretação de fatores determinantes que agravam a qualidade de vida humana.
A epidemiologia começa a ser configurar com correia há aproximadamente um século e meio, em meados do século XIX.
O que desenvolveu e aplicou o raciocínio epidemiológico no estudo da cólera em Londres. Na época a doença era tida como castigo da purificação. Ainda não se conhecia os microorganismos e a ciência minturando-se com religião, crendices e misticismo.
Nesse período não se conhecia os micróbios, esse médico extraordinário JOHN SNOW desvendou a transmissão da trágica doença e exigiu das autoridades tomada de medidas preventivas. Fica claro nesse exemplo histórico que a
Epidemiologia é fundamental para discussão dos fatores determinantes de qualquer doença.
Período Miasmático
Acreditava-se que a causa era de corrente do mal cheiro dos ares, desconheciam o papel do mosquitos anofelinos que são vetores. Esses sim é que emergiam dos charcos, picavam o homem e transmitiam a doença.
Determinantes Biológicos
No séc. XIX passou a enxergar o mundo dos microscópios, logo surge o desenvolvimento da microbiologia e bacteriologia, pesquisadores descobriram micróbios associados a doenças que estudavam, foi um período de grande progresso na medicina.
Houve um grande avanço das terapias por antibióticos, bem como, melhor conhecimento destes medicamentos.
Multicausalidades
Determinismo puramente biológico começou a ruir quando perceberam que havia infecções sem doenças, então o que motivava a doença não era exclusivamente o agente biológico, mas um conjunto de fatores que deve interagir para que a doença ocorra.
Entre outros fatores determinantes, pode se citar o estado imunitário deficientes, má alimentação, excesso de trabalho e fatores climático. Essas concepções representou um grande passo para aprimoramento da saúde pública, ela ainda possui limitações.
Não se reputa a idéia multicausal, porém entende-se que os fatores são provenientes de três categorias : AGENTE, HOSPEDEIRO e AMBIENTE. Preconisa-se a existência de um suporto equilíbrio destas três partes.
EPIDEMIOLOGIA = Estudo das Epidemias
ENZOÓTICO ( em-zo-ó-ti-co) adj ( em+zoo+t+iço) Vet 1 Diz-se da doença de animais peculiar a uma localidade ou constantemente presente nela. Que tem caráter de enzootia
MIASMA = Emanação procedente de moléstia contagiosa, emanação procedente de animais ou plantas em decomposição.

http://www.blogger.com/profile/07434915312938557061Rogério Godoy Princiotti Viver em harmonia, respeitar toda forma de vida, pessoas, plantas e Animais. Preservar a água, o solo e o ar do nosso planeta. Deixar para nossos filhos um mundo melhor, onde eles possam viver suas vidas com saúde e alegria, precisamos mudar nosso modo de pensar e agir. Uma questão de sobrevivência da humanidade. 'A educação deve confundir-se com o próprio processo de viver.'

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

DIA NACIONAL DA CAATINGA.




Instituído através de decreto presidencial, de 20 de agosto de 2003, o 28 de abril foi escolhido em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro e pioneiro em estudos da caatinga, o professor João Vasconcelos Sobrinho. Durante muito tempo pensou-se que a caatinga fosse um ecossistema pobre, por isso a escassez de estudos sobre ela.

O patrimônio biológico da caatinga não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo além do Nordeste do Brasil. Inclui áreas do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Norte de Minas Gerais. São espécies nativas da caatinga ''barriguda'' (Cavanillesia arborea), amburana, aroeira, umbu, baraúna, maniçoba, macambira, mandacaru e juazeiro. A fauna nativa inclui o sapo-cururu, asa-branca, cotia, preá, veado-catingueiro, tatu-peba, sagüi-do-nordeste e cachorro-do-mato.

No entanto, o estudo minucioso da caatinga não trouxe boas notícias. Os pesquisadores constataram que esse é o terceiro ecossistema brasileiro mais degradado, atrás apenas da Mata Atlântica e do cerrado. 50% de sua área foram alterados pela ação humana, sendo que 18% de forma considerada grave por especialistas. A desertificação, encontrada principalmente em áreas onde antes se desenvolvia o plantio de algodão, apresenta-se bastante avançada.

Além do desmatamento, um sério problema enfrentado por esse domínio é a caça aos animais, única fonte de proteínas dos sertanejos que residem na área. A percentagem das áreas de caatinga protegidas por reservas e parques é ínfima: 0,002%, segundo o Ministério do Meio Ambiente. "Precisamos mudar esse patamar de proteção para não perdermos espécies que ocorrem apenas na caatinga", declarou a diretora de Áreas Protegidas do Ministério, Inah Simonetti.

O Ministério do Meio Ambiente já declarou seu interesse em transformar a caatinga em patrimônio nacional e assumir para si a responsabilidade da proteção. Que o gesto não sirva apenas como um reconhecimento tardio pelo governo do único bioma exclusivamente brasileiro.

CATINGA - LOCALIZAÇÃO.

A caatinga ocupa cerca de 7% do território brasileiro. Estende-se pelos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e norte de Minas Gerais.
o
A caatinga ocupa uma área de 734.478 km2 e é o único bioma exclusivamente brasileiro. Isto significa que grande parte do patrimônio biológico dessa região não é encontrada em outro lugar do mundo além de no Nordeste do Brasil.

A caatinga ocupa cerca de 7% do território brasileiro. Estende-se pelos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e norte de Minas Gerais.

A área total é de aproximadamente 1.100.000 km². O cenário árido é uma descrição da Caatinga - que na língua indígena quer dizer Mata Branca.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

DECISÃO DO STJ RESTABELECE DECISÃO QUE SUSPENDE OBRAS DE EMPREENDIMENTO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL.


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu os efeitos de liminar concedida pela 2ª Vara da Comarca de Aquiraz (CE) que determinou a interrupção do fornecimento de água e de energia elétrica para a construção do empreendimento Reserva Dunnas, bem como a comercialização ou propaganda de quaisquer unidades residenciais ou bens relativos ao projeto, que está sendo instalado na zona de proteção integral da Área de Proteção Ambiental do Rio Pacoti, em Aquiraz.

A construção do empreendimento está sendo contestada em ação cautelar e ação civil pública ajuizadas pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace) e pelo Ministério Público Estadual e também em uma ação civil pública do Ministério Público Federal contra Helder Ferreira Pereira Forte e a Cameron Construtora Ltda. A Semace havia revogado as licenças concedidas e pediu o embargo da obra, em junho do ano passado, ao constatar que a instalação se dava em área de proteção ambiental. Em primeiro grau, foi determinada a imediata suspensão de qualquer tipo de propaganda ou publicidade acerca do empreendimento Reserva Dunnas, seja matéria jornalística ou televisionada, seja por meio de panfletos, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. A decisão proibiu também a venda, doação, permuta e/ou transferência das unidades, bens ou quaisquer direitos concernentes ao empreendimento, sob pena de multa diária de R$ 500 mil, relativa a cada transação, além de suspender o fornecimento de água, esgoto e energia elétrica.

Essa decisão, contudo, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Ceará, fato que levou a Semace a apresentar pedido de suspensão de liminar e de sentença ao STJ. A entidade argumenta que a determinação do tribunal cearense contraria o interesse social, causando grave lesão à ordem pública. “Com efeito, ao suspender a decisão (...), o juízo a quo [o TJ] jogou sobre os ombros da sociedade o pesado fardo de arcar com as consequências da degradação do bioma do Rio Pacoti, o qual já se encontra combalido ante os inúmeros empreendimentos construídos em uma área por demais frágil e sensível”.
Ao deferir o pedido formulado pela Semace, o presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, destacou que, em matéria de meio ambiente, vigora o princípio da precaução, que, em situações como a dos autos, recomenda a paralisação das obras porque os danos por elas causados podem ser irreversíveis caso a demanda seja, ao final, julgada procedente. Os efeitos da decisão do tribunal cearense ficam suspensos até que seja julgado o agravo de instrumento em que se discute a quem compete julgar a causa.
A decisão do presidente do STJ foi publicada esta semana no Diário da Justiça Eletrônico, abrindo-se, a partir daí, o prazo para a interposição de recurso.

NÃO À CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE.

Incrível, mais de 416.260 pessoas assinaram a petição para parar Belo Monte. Nós só temos cinco dias até a entrega espetacular da petição em Brasília! Encaminhe este email para todos -- vamos conseguir 500.000.

Caros amigos,

O governo já emitiu a licença inicial para Belo Monte e as empreiteiras podem começar a derrubada das árvores a qualquer momento! A nossa petição urgente para parar esta barragem será entregue em Brasília dentro de 5 dias, assine agora:

Chegou a hora de uma ação urgente, o governo já liberou a derrubada de árvores para abrir o canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.

A Amazônia é um tesouro incalculável, por isto precisamos gerar uma indignação imediata. Nos últimos dias centenas de brasileiros inundaram o gabinete da Presidente Dilma com telefonemas, e mais de 416.260 pessoas já assinaram a petição. Agora, vamos aumentar a pressão. Assine a petição de emergência para a Dilma parar Belo Monte e proteger a Amazônia -- ela será entregue de forma espetacular com os parceiros indígenas da Avaaz em Brasília na semana que vem:

http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

A Eletronorte, quem mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que a licença para iniciar as obras seja liberada mesmo antes do projeto cumprir as normas ambientais.

Especialistas que estudaram o projeto concordam que a usina é uma catástrofe ambiental. Três semanas atrás o ex-Presidente do IBAMA se demitiu ao se recusar a ceder a pressão política para assinar a licença de Belo Monte. Mas o governo federal rapidamente apontou Américo Ribeiro Tunes, um substituto leal que caladamente assinou a licença pouco depois de assumir o cargo.

A hidrelétrica iria inundar pelo menos 400.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.

Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.

A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:

http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

Com esperança

Ben, Graziela, Alice, Ricken, Rewan e toda a equipe da Avaaz

Fontes:

Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.com/politico/2011/01/12/belo-monte-derruba-presidente-do-ibama/

Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/belo-monte-sera-hidreletrica-menos-produtiva-e-mais-cara-dizem-tecnicos.html

Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E

Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657702,0.php

Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/13/questao-de-tempo-356318.asp

Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110101161250&assunto=27&onde=Politica

Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/08/26/em-nota-56-entidades-chamam-concessao-de-belo-monte-de-sentenca-de-morte-do-xingu-917481377.asp

Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,marina-silva-considera-graves-as-pressoes-sobre-o-ibama,475782,0.htm

Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/posicao_barragens_wwf_brasil.pdf

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CÓDIGO FLORESTAL NA BERLINDSA

Enviado por Liana Melo - 18.01.2011 15h45m.
Código Florestal na berlinda após desastre da região serrana do Rio
O megadesastre ambiental que atingiu a região serrana do Rio, e que já matou 680 pessoas, vai colocar em campos opostos ambientalistas e ruralistas com o fim das férias na Câmara dos Deputados. Os trabalhos parlamentares serão retomados em fevereiro.

No meio da discussão vai estar o Código Florestal, um calhamaço de papel que defende o indefensável do ponto de vista ambiental. O projeto do novo Código Florestal amplia a chance de ocupação de áreas de risco, uma das razões das mortes causadas pela chuva no Sudeste.

Entre as propostas defendidas pelo relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), está a redução da faixa de preservação nas margens de rios. São brechas, no mínimo, perigosas de serem abertas, num país onde o poder público ainda está bastante longe de um grau ótimo de eficiência.


CÓDIGO FLORESTAL NA BERLINDSA

Enviado por Liana Melo - 18.01.2011 15h45m.
Código Florestal na berlinda após desastre da região serrana do Rio
O megadesastre ambiental que atingiu a região serrana do Rio, e que já matou 680 pessoas, vai colocar em campos opostos ambientalistas e ruralistas com o fim das férias na Câmara dos Deputados. Os trabalhos parlamentares serão retomados em fevereiro.

No meio da discussão vai estar o Código Florestal, um calhamaço de papel que defende o indefensável do ponto de vista ambiental. O projeto do novo Código Florestal amplia a chance de ocupação de áreas de risco, uma das razões das mortes causadas pela chuva no Sudeste.

Entre as propostas defendidas pelo relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), está a redução da faixa de preservação nas margens de rios. São brechas, no mínimo, perigosas de serem abertas, num país onde o poder público ainda está bastante longe de um grau ótimo de eficiência.



Aventura Selvagem em Cabaceiras - Paraíba

Rodrigo Castro, fundador da Associação Caatinga, da Asa Branca e da Aliança da Caatinga

Bioma Caatinga

Vale do Catimbau - Pernambuco

Tom da Caatinga

A Caatinga Nordestina

Rio São Francisco - Momento Brasil

O mundo da Caatinga